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Ardentia

Ardentia estava situada em uma clareira densa, envolta por sombras e protegida por uma densa barreira de árvores antigas e imponentes. As construções da cidade mesclavam-se com a natureza, feitas de madeira envelhecida e pedra escura, como se tivessem crescido naturalmente a partir do solo. Torres altas e espirais de fumaça mágica erguiam-se acima das árvores, indicando a presença dos bruxos que praticavam suas artes sombrias.

As ruas sinuosas e misteriosas de Ardentia eram iluminadas por tochas encantadas, lançando sombras dançantes nas paredes e criando uma atmosfera sobrenatural. O aroma de ervas místicas e resinas exóticas impregnava o ar, enquanto os sons de uivos distantes e murmúrios mágicos permeavam os cantos da cidade.

No centro da cidade, erguia-se uma imponente torre obsidiana, conhecida como a Torre da Lua Negra, que servia como o coração mágico de Ardentia. Nessa torre, os bruxos conduziam seus rituais e cerimônias, buscando extrair o poder da Lua Sangrenta para fortalecer os Worgens e expandir a influência de Ardentia.

Ardentia, desde tempos imemoriais, era governada por uma linhagem de Worgens poderosos, cujo líder atual era o temido Vlad Bloodtooth. Movido pela ambição desmedida, Vlad buscava não apenas o controle das terras ao norte, mas também a dominação de todo o continente de Illade. Sua crença no poder da Lua Sangrenta era inabalável, e ele acreditava que, ao sacrificar aqueles que resistiam a seus desígnios, a força dos Worgens se tornaria imparável.

A cidade de Ardentia vivia em constante conflito com Ardunia, as disputas entre as duas cidades marcavam eras. Os Worgens, guiados pela liderança autoritária de Vlad Bloodtooth, ansiavam por subjugar Ardunia e controlar as Montanhas da Lua em sua totalidade. Os confrontos eram frequentes, seja nas densas florestas que separavam as cidades ou nas fronteiras onde as influências mágicas colidiam.

Enquanto Ardunia resistia com fervor à invasão, Ardentia buscava cada vez mais poder, usando a Lua Sangrenta como um farol para guiar seus destinos. O conflito entre as duas cidades era mais do que uma batalha territorial; era uma luta pela supremacia entre as diferentes raças e tradições que moldavam o continente de Illade. O destino das Montanhas da Lua pendia na balança, aguardando o desfecho épico que estava por vir.